
A tensão política em Moçambique volta a aumentar com o assassinato de Araújo, mobilizador da formação política Anamola. O crime ocorreu na noite de 9 de outubro, por volta das 18h30, no interior da sua própria residência, localizada na província da Zambézia.
Em comunicado divulgado pela coordenação provincial do Anamola, o partido exige um esclarecimento urgente e rigoroso sobre o homicídio. A liderança local levantou a suspeita de envolvimento de agentes da Polícia da República de Moçambique (PRM) e defende uma investigação independente e transparente para assegurar que os responsáveis sejam levados à justiça.
O assassinato do ativista acende novos alertas sobre o clima de intimidação e a segurança dos membros de partidos da oposição no país, num momento em que a sociedade civil clama pela garantia dos direitos fundamentais de participação política sem medo de perseguições. Até ao momento, as acusações que envolvem as forças policiais carecem de confirmação independente.
fonte: africaonilin.blogspot.com