A conclusão das obras de modernização e reabilitação do Mercado Central de Quelimane gerou forte insatisfação e desentendimentos entre os comerciantes locais. O principal ponto de discórdia centra-se no processo de redistribuição das bancas, com vários vendedores a contestarem publicamente os métodos adotados para a alocação dos novos postos de trabalho.
Muitos feirantes que já atuavam no local antes das intervenções alegam falta de transparência e desigualdade nos critérios definidos pelas autoridades municipais, temendo a perda do seu meio de subsistência. Os trabalhadores apelam a uma concertação urgente para garantir uma partilha justa e pacífica dos espaços, permitindo o regresso à normalidade das atividades comerciais no emblemático recinto da província da Zambézia.
Fonte Oficial: Miramar