O líder de uma seita apocalíptica no Quénia, Paul Mackenzie, foi ontem considerado culpado pelo assassínio de 191 pessoas. Todas as vítimas, excepto uma, eram crianças.
Mackenzie ordenou aos membros da sua seita que deixassem os seus filhos passar fome até à morte, com o objectivo de poderem "encontrar Jesus". A doutrina por si professada proibia expressamente a educação e sustentava que a medicina moderna era "maligna".