Uma mulher usou as redes sociais para denunciar uma situação de extrema vulnerabilidade no seu casamento, classificando o ambiente familiar como insustentável. No depoimento tornado público, ela relata que o marido exige manter relações íntimas de forma ininterrupta, entre sete a nove vezes diariamente, inclusive durante a menstruação.
Emocionalmente abalada e a enfrentar sérios problemas de saúde decorrentes da exaustão diária, a denunciante explicou que recorreu à internet em busca de apoio e visibilidade para o seu sofrimento. O caso rapidamente gerou forte preocupação da comunidade online em relação à sua integridade física e psicológica.
Diante do relato, peritos em direitos humanos e profissionais de saúde recordam que a coerção sexual dentro do matrimónio constitui uma agressão à dignidade humana. Enfatiza-se que qualquer ato de cariz íntimo exige estritamente o consentimento mútuo, sendo inaceitável submeter qualquer pessoa a pressões ou obrigações contra a sua livre vontade.
Até à data, não se confirma se a situação foi formalmente comunicada às autoridades policiais ou aos órgãos oficiais de apoio social.