Uma cidadã natural do Sudão do Sul e os seus três filhos sobreviventes permanecem impedidos de abandonar o Hospital Universitário, de Referência e Investigação Kenyatta, localizado em Nairóbi, no Quénia, devido ao não pagamento de despesas médicas acumuladas.
Arual Ring Majok deu entrada na unidade hospitalar devido a complicações numa gravidez de quadrigémeos. Após o parto, os bebés necessitaram de assistência especializada em unidades de cuidados intensivos ao longo de cerca de quatro meses. Infelizmente, um dos recém-nascidos perdeu a vida a 10 de Agosto, permanecendo os outros três sob acompanhamento clínico no hospital juntamente com a progenitora.
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Até à data, foi possível amortizar aproximadamente 4,62 milhões de xelins quenianos (cerca de 35.700 dólares), valor angariado através da solidariedade de um doador anónimo, da sociedade civil e de várias instituições locais. Contudo, falta ainda liquidar 1,2 milhões de xelins quenianos para assegurar a alta hospitalar da mãe e das três crianças.
Adicionalmente, subsiste um encargo de 1,62 milhões de xelins relativo às despesas de internamento do bebé falecido, montante que a administração hospitalar exige para proceder à libertação do corpo com vista à realização das exéquias fúnebres. A família encontra-se a articular esforços com entidades governamentais do Sudão do Sul e organizações humanitárias de modo a obter o apoio financeiro necessário para saldar os valores pendentes e permitir o regresso dos afetados ao seu país de origem.