A companhia de bandeira nacional, Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), continua atolada numa profunda crise operacional e financeira, evidenciada pela elevada dependência de aeronaves fretadas no regime de Wet Lease ou ACMI (Aircraft, Crew, Maintenance, Insurance), ao mesmo tempo em que a maior parte da sua frota própria se encontra imobilizada.
Segundo dados avançados pelo Centro para Democracia e Direitos Humanos (CDD), a situação traduz-se em custos exorbitantes para os cofres da empresa, que canaliza valores vultosos para o aluguer de meios circulantes externos enquanto os seus próprios aviões permanecem inoperacionais nos hangares.