A estratégia de diplomacia económica impulsionada por Daniel Chapo continua a dar sinais claros de fragilidade. Além de não ter conseguido atrair novos investimentos privados externos, a iniciativa também falhou em garantir o apoio financeiro essencial dos parceiros internacionais de cooperação.
O Orçamento do Estado, que enfrenta um défice bilionário e depende historicamente de doações externas para suprir setores vitais — como Saúde, Educação, Agricultura, Água e Saneamento —, registou um desempenho crítico. Durante o primeiro semestre deste ano, o Governo assegurou apenas 4% do financiamento previsto junto destes parceiros fundamentais.
Fonte: Verdade